{"id":4715,"date":"2025-02-27T17:10:16","date_gmt":"2025-02-27T17:10:16","guid":{"rendered":"https:\/\/krishnamurtitextos.com.br\/?page_id=4715"},"modified":"2025-02-27T17:22:22","modified_gmt":"2025-02-27T17:22:22","slug":"09-2","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/krishnamurtitextos.com.br\/?page_id=4715","title":{"rendered":"09"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"4715\" class=\"elementor elementor-4715\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-90acdd1 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"90acdd1\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-b2c34d8\" data-id=\"b2c34d8\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-23741e7 elementor-widget elementor-widget-heading\" data-id=\"23741e7\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t<h2 class=\"elementor-heading-title elementor-size-default\">Oslo, Noruega \u2013 5 de setembro, 1933.<\/h2>\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-06e75b1 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"06e75b1\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-7a424ab\" data-id=\"7a424ab\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-c36aa75 elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"c36aa75\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><strong>Pergunta<\/strong>: Quer dizer que n\u00e3o h\u00e1 qualquer ajuda para os homens quando a vida se torna dif\u00edcil? Que eles ficam inteiramente entregues a si pr\u00f3prios para se ajudarem?<\/p><p><strong>Krishnamurti<\/strong>: Penso, se n\u00e3o estou enganado \u2013 se estiver, por favor corrijam-me \u2013 penso que o interlocutor quer saber se n\u00e3o haver\u00e1 uma fonte, uma pessoa ou uma ideia, para a qual nos possamos voltar em tempos de afli\u00e7\u00e3o, em tempos de pesar, em tempos de sofrimento.<\/p><p>Afirmo que n\u00e3o h\u00e1 qualquer fonte permanente que nos possa dar compreens\u00e3o. Sabem, para mim a gl\u00f3ria do homem \u00e9 que ningu\u00e9m o pode salvar exceto ele pr\u00f3prio. Por favor, quando olham para o homem em toda a parte do mundo, veem que ele sempre se voltou para outro em busca de ajuda. Na \u00cdndia, contamos com teorias, com professores, para nos ajudarem. Aqui tamb\u00e9m fazem o mesmo. Em todo o mundo o homem se volta para algu\u00e9m que o erga da sua pr\u00f3pria ignor\u00e2ncia. Eu afirmo que ningu\u00e9m os pode erguer da vossa pr\u00f3pria ignor\u00e2ncia. Voc\u00eas criaram-na atrav\u00e9s do medo, atrav\u00e9s da imita\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da procura de seguran\u00e7a, e por isso estabeleceram autoridades. Criaram para voc\u00eas pr\u00f3prios esta ignor\u00e2ncia que domina cada um de voc\u00eas, e ningu\u00e9m os pode libertar exceto voc\u00eas mesmos atrav\u00e9s da vossa pr\u00f3pria compreens\u00e3o. Os outros poder\u00e3o libert\u00e1-los momentaneamente, mas enquanto existir a causa de raiz da ignor\u00e2ncia, apenas criam um outro conjunto de ilus\u00f5es.<\/p><p>Para mim, a causa de raiz da ignor\u00e2ncia \u00e9 a consci\u00eancia do \u201ceu\u201d, da qual surge o conflito e o sofrimento. Enquanto essa consci\u00eancia do \u201ceu\u201d existir, tem que haver sofrimento do qual ningu\u00e9m os pode libertar. Na vossa devo\u00e7\u00e3o a uma pessoa ou a uma ideia podem momentaneamente separar-se dessa consci\u00eancia, mas enquanto essa consci\u00eancia permanecer \u00e9 como uma ferida que est\u00e1 sempre a supurar. A mente s\u00f3 se pode libertar dessa ignor\u00e2ncia quando enfrenta a vida integralmente, quando experimenta completamente, sem preconceito, sem ideias preconcebidas, quando j\u00e1 n\u00e3o est\u00e1 mutilada por uma cren\u00e7a ou por uma ideia. \u00c9 uma das ilus\u00f5es que prezamos, que algu\u00e9m nos possa salvar, que n\u00e3o podemos erguer-nos deste charco de sofrimento. Durante s\u00e9culos procuramos ajuda do exterior, e ainda estamos dominados por essa cren\u00e7a.<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Oslo, Noruega \u2013 5 de setembro, 1933. 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