{"id":1260,"date":"2022-12-18T12:06:45","date_gmt":"2022-12-18T12:06:45","guid":{"rendered":"https:\/\/krishnamurtitextos.com.br\/?page_id=1260"},"modified":"2022-12-18T12:07:12","modified_gmt":"2022-12-18T12:07:12","slug":"12-08-1938","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/krishnamurtitextos.com.br\/?page_id=1260","title":{"rendered":"12\/08\/1938"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"1260\" class=\"elementor elementor-1260\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-6e2cb020 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"6e2cb020\" data-element_type=\"section\" data-e-type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-e5ddc87\" data-id=\"e5ddc87\" data-element_type=\"column\" data-e-type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-5f0d94ab elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"5f0d94ab\" data-element_type=\"widget\" data-e-type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/jkrishnamurti.org\/content\/%EF%BB%BFjkrishnamurti-ommen-5th-public-talk-12th-august-1938\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><span style=\"color: #0000ff;\">https:\/\/jkrishnamurti.org\/content\/%EF%BB%BFjkrishnamurti-ommen-5th-public-talk-12th-august-1938<\/span><\/a><\/p><p style=\"text-align: center;\"><strong>Quinta Palestra em Ommen, Holanda<\/strong><\/p><p>Eu tentei explicar que renova\u00e7\u00e3o, renascimento, deve ser espont\u00e2nea e n\u00e3o o resultado de esfor\u00e7o.<\/p><p>Antes de descobrir se o esfor\u00e7o \u00e9 moral ou imoral, importante ou sem import\u00e2ncia, devemos considerar o desejo primeiro. Compreendendo o desejo, cada pessoa descobrir\u00e1 por si mesma se o esfor\u00e7o \u00e9 moral ou imoral em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 renova\u00e7\u00e3o, ao renascimento da mente. Se n\u00e3o se tivesse desejo, n\u00e3o haveria esfor\u00e7o. Assim, temos que conhecer seu processo, a for\u00e7a motriz por tr\u00e1s do esfor\u00e7o, que \u00e9 sempre o desejo; n\u00e3o importando por que nome prefiram cham\u00e1-lo \u2013 retid\u00e3o, o bem, Deus em n\u00f3s, o eu mais elevado e assim por diante \u2013 \u00e9 ainda desejo.<\/p><p>Agora, o desejo \u00e9 sempre por alguma coisa; ele \u00e9 sempre dependente e, por isso, sempre produz medo. Na depend\u00eancia existe sempre incerteza que gera medo. O desejo n\u00e3o pode existir por si mesmo, ele existe sempre em rela\u00e7\u00e3o a alguma coisa. Voc\u00ea pode observar isso em suas rea\u00e7\u00f5es psicol\u00f3gicas di\u00e1rias. O desejo \u00e9 sempre dependente, relacionado a alguma coisa. S\u00f3 o amor n\u00e3o \u00e9 dependente.<\/p><p>Existe o desejo de ser alguma coisa, de se tornar, de ter sucesso, de n\u00e3o sofrer, de encontrar a felicidade, de amar e ser amado, de encontrar a verdade, a realidade, Deus. Existe o desejo positivo de ser alguma coisa e o desejo negativo de n\u00e3o ser. Se formos apegados, h\u00e1 agonia, sofrimento, e da\u00ed aprendemos \u2013 o que chamamos aprender \u2013 que o apego causa dor. Ent\u00e3o desejamos n\u00e3o ser apegados e cultivamos essa qualidade negativa, desapego. O desejo nos induz a ser isso e n\u00e3o aquilo.<\/p><p>Estamos familiarizados com o desejo positivo e o negativo, ser e n\u00e3o ser, se tornar e n\u00e3o se tornar. Agora, desejo n\u00e3o \u00e9 emo\u00e7\u00e3o; o desejo \u00e9 o resultado de uma mente que est\u00e1 sempre buscando satisfa\u00e7\u00e3o, cujos valores se baseiam na satisfa\u00e7\u00e3o. Ser satisfeito \u00e9 o motivo por tr\u00e1s de todo desejo. A mente est\u00e1 sempre buscando satisfa\u00e7\u00e3o a qualquer custo, e se ela \u00e9 contrariada numa dire\u00e7\u00e3o, busca alcan\u00e7ar seu prop\u00f3sito em outra. Todo o esfor\u00e7o, todo o poder direcionado da mente, \u00e9 para que ela possa ser satisfeita. Ent\u00e3o a satisfa\u00e7\u00e3o se torna um h\u00e1bito mec\u00e2nico da mente. Em momentos de grande emo\u00e7\u00e3o, de profundo amor, n\u00e3o existe depend\u00eancia do desejo, nem sua busca por satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Para ficar satisfeita, a mente desenvolve sua pr\u00f3pria t\u00e9cnica de resist\u00eancia e n\u00e3o resist\u00eancia, que \u00e9 a vontade. E quando a mente descobre que no processo de satisfa\u00e7\u00e3o existe sofrimento, come\u00e7a ent\u00e3o a desenvolver o n\u00e3o desejo, o desapego. Portanto, existe a vontade positiva e a negativa sempre se manifestando, sempre buscando satisfa\u00e7\u00e3o. O desejo de ser satisfeita cria a vontade, que se mant\u00e9m por seu pr\u00f3prio esfor\u00e7o cont\u00ednuo. E onde a vontade est\u00e1, o medo sempre deve se seguir \u2013 medo de n\u00e3o ser satisfeito, de n\u00e3o conseguir, de n\u00e3o se tornar. Vontade e medo sempre andam juntos. E, novamente, para superar esse medo, se faz esfor\u00e7o, e nesse c\u00edrculo vicioso de incerteza a mente fica presa. Vontade e medo andam sempre lado a lado, e a vontade mant\u00e9m sua continuidade de satisfa\u00e7\u00e3o em satisfa\u00e7\u00e3o, atrav\u00e9s da mem\u00f3ria que d\u00e1 \u00e0 consci\u00eancia sua continuidade, como o \u201cEu\u201d.<\/p><p>Vontade e esfor\u00e7o, ent\u00e3o, \u00e9 simplesmente o mecanismo da mente para se satisfazer. E o desejo \u00e9 totalmente da mente. A mente \u00e9 a pr\u00f3pria ess\u00eancia do desejo. O h\u00e1bito \u00e9 estabelecido pela constante procura por satisfa\u00e7\u00e3o, e a sensa\u00e7\u00e3o que a mente estimula n\u00e3o \u00e9 emo\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Ent\u00e3o, todo o esfor\u00e7o nascendo da vontade ou de estar satisfeita ou n\u00e3o estar satisfeita, deve sempre ser mec\u00e2nico, formador de h\u00e1bito, e, assim, n\u00e3o pode trazer o renascimento, a renova\u00e7\u00e3o. Mesmo quando a mente investiga a causa do sofrimento, o faz muito primariamente, pois ela deseja fugir, se afastar daquilo que n\u00e3o \u00e9 satisfat\u00f3rio e obter aquilo que \u00e9.<\/p><p>Agora, todo esse processo em que a mente est\u00e1 presa \u00e9 o caminho da ignor\u00e2ncia. A vontade que se mant\u00e9m atrav\u00e9s do esfor\u00e7o de ser satisfeita, ser gratificada, por v\u00e1rios meios e m\u00e9todos \u2013 essa vontade de satisfa\u00e7\u00e3o deve cessar por sua pr\u00f3pria iniciativa, pois qualquer esfor\u00e7o para dar fim \u00e0 satisfa\u00e7\u00e3o \u00e9 apenas outro modo de se satisfazer.<\/p><p>Assim, esse processo de satisfa\u00e7\u00e3o, de gratifica\u00e7\u00e3o, segue continuamente e todo esfor\u00e7o s\u00f3 o fortalece. Percebendo que todo esfor\u00e7o \u00e9 o desejo de satisfa\u00e7\u00e3o e, portanto, do pr\u00f3prio medo, como se faz esse processo chegar ao fim? Mesmo o pr\u00f3prio desejo de sua cessa\u00e7\u00e3o nasce da vontade de ser satisfeito. A pr\u00f3pria pergunta de como se livrar do desejo \u00e9 induzida pelo desejo em si.<\/p><p>Se voc\u00ea sentir todo esse processo como ignor\u00e2ncia, ent\u00e3o n\u00e3o perguntar\u00e1 por um meio de se livrar do desejo, medo. Ent\u00e3o n\u00e3o procurar\u00e1 nenhum m\u00e9todo, mesmo promissor, mesmo auspicioso. N\u00e3o existe sistema, nem m\u00e9todo, nem caminho para a verdade. Quando voc\u00ea compreende a completa significa\u00e7\u00e3o interior de todos os m\u00e9todos, essa pr\u00f3pria compreens\u00e3o come\u00e7a, espontaneamente, a dissolver o desejo, o medo, que busca satisfa\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Apenas na emo\u00e7\u00e3o profunda n\u00e3o existe anseio por satisfa\u00e7\u00e3o. O amor n\u00e3o \u00e9 dependente de satisfa\u00e7\u00e3o e h\u00e1bito. Mas a vontade do desejo sempre procura fazer do amor um h\u00e1bito mec\u00e2nico, ou tenta control\u00e1-lo com leis morais, compuls\u00e3o e assim por diante. Por isso h\u00e1 uma constante batalha da mente, com sua vontade de satisfa\u00e7\u00e3o, para controlar, dominar o amor; e a batalha \u00e9 quase sempre vencida pela mente, pois o amor n\u00e3o tem conflito em si nem com o outro. S\u00f3 quando o desejo, com sua vontade de medo, cessa por sua pr\u00f3pria iniciativa \u2013 n\u00e3o pela compuls\u00e3o ou a promessa de recompensa \u2013 h\u00e1 uma renova\u00e7\u00e3o, um renascimento do ser inteiro da pessoa.<\/p><p><strong>Interrogante:<\/strong>\u00a0Posso confiar ou ter f\u00e9 nesse amor, ou isso tamb\u00e9m \u00e9 um meio de autoprote\u00e7\u00e3o?<\/p><p><strong>Krishnamurti:<\/strong><strong>\u00a0<\/strong>A f\u00e9 n\u00e3o \u00e9 outro ref\u00fagio onde a mente encontra satisfa\u00e7\u00e3o e abrigo? Voc\u00ea pode ter f\u00e9 no amor, o outro em Deus e assim por diante. Toda essa f\u00e9 \u00e9 um amparo para a mente. Qualquer ref\u00fagio, qualquer apego, n\u00e3o importa o nome, \u00e9 autoprote\u00e7\u00e3o, satisfa\u00e7\u00e3o e, por isso, resultado do medo.<\/p><p>A pessoa percebe apavorante crueldade em si, completo caos e barbaridade, e se abriga em um ideal, uma cren\u00e7a, ou em alguma forma de consolo. Assim se escapa pela ilus\u00e3o; mas o conflito entre o real e o ilus\u00f3rio continua at\u00e9 o irreal dominar o real ou o real romper todas as salvaguardas, todas as sa\u00eddas, e come\u00e7ar a revelar sua profunda significa\u00e7\u00e3o.<\/p><p><strong>Interrogante:<\/strong>\u00a0Insistindo simplesmente na realiza\u00e7\u00e3o individual voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 deixando de lado a quest\u00e3o social? Como pode o indiv\u00edduo, que est\u00e1 sempre em rela\u00e7\u00e3o com a sociedade, ser o \u00fanico fator importante? Por que voc\u00ea enfatiza o individuo?<\/p><p><strong>Krishnamurti:<\/strong>\u00a0Sem o indiv\u00edduo, a sociedade n\u00e3o pode existir; essa entidade social n\u00e3o \u00e9 independente do indiv\u00edduo. A sociedade \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o de um indiv\u00edduo com outro. A sociedade \u00e9 pessoal, mas se tornou um mecanismo independente com vida pr\u00f3pria que, simplesmente, usa o indiv\u00edduo. A sociedade se tornou, meramente, uma institui\u00e7\u00e3o que controla e domina o indiv\u00edduo atrav\u00e9s de opini\u00e3o, leis morais, interesses investidos e assim por diante. Como as institui\u00e7\u00f5es nunca s\u00e3o importantes, mas apenas o indiv\u00edduo, devemos considerar sua realiza\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o pode ser provocada pela simples mudan\u00e7a do ambiente, conquanto dr\u00e1stica a mudan\u00e7a possa ser. A simples altera\u00e7\u00e3o do superficial n\u00e3o produzir\u00e1 a profunda realiza\u00e7\u00e3o do homem, mas apenas rea\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas. Essa divis\u00e3o de indiv\u00edduo e ambiente \u00e9 mec\u00e2nica e falsa; quando, fundamentalmente, cada pessoa compreender que \u00e9 isso, ent\u00e3o o indiv\u00edduo agir\u00e1 integralmente, n\u00e3o como um indiv\u00edduo nem como simplesmente o produto mec\u00e2nico da sociedade, mas como um ser humano integrado.<\/p><p><strong>Interrogante:<\/strong>\u00a0Certamente isso levar\u00e1 muitos s\u00e9culos, n\u00e3o? Ent\u00e3o, n\u00e3o devemos fazer novas leis sociais e condi\u00e7\u00f5es agora?<\/p><p><strong>Krishnamurti:<\/strong>\u00a0Como vamos produzir essa mudan\u00e7a que todos queremos? Ou pela for\u00e7a ou cada indiv\u00edduo come\u00e7a a despertar a necessidade de mudan\u00e7a fundamental; ou pela coa\u00e7\u00e3o, revolu\u00e7\u00e3o, domina\u00e7\u00e3o ou pelo despertar do indiv\u00edduo para a realidade.<\/p><p>Se quisermos produzir um simples mundo mec\u00e2nico de sistemas morais, lei, imposi\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o a viol\u00eancia pode ser suficiente \u2013 for\u00e7a de toda esp\u00e9cie; mas, se queremos paz e fraternidade, rela\u00e7\u00e3o baseada no amor, ent\u00e3o a viol\u00eancia n\u00e3o pode ser o caminho de forma alguma. Pela viol\u00eancia voc\u00ea n\u00e3o pode chegar \u00e0 paz, ao amor, mas apenas a mais viol\u00eancia. A viol\u00eancia \u00e9 complexa e sutil, e at\u00e9 o indiv\u00edduo se libertar de sua domina\u00e7\u00e3o \u00f3bvia e oculta, n\u00e3o pode haver paz nem fraternidade duradoura.<\/p><p><strong>Interrogante:<\/strong>\u00a0Ent\u00e3o devemos deixar que a pessoa cruel continue sendo cruel?<\/p><p><strong>Krishnamurti:<\/strong>\u00a0Para salvar a humanidade voc\u00ea deve destruir o humano primeiro? \u00c9 isso que voc\u00ea est\u00e1 me perguntando? Porque voc\u00ea tem certas ideologias, certas cren\u00e7as, o indiv\u00edduo deve ser sacrificado por elas? N\u00e3o, meus amigos, n\u00f3s n\u00e3o queremos ajudar o mundo, apenas queremos impor aos outros certa ideologia, certa f\u00e9, certa cren\u00e7a. Queremos que a tirania das ideias prevale\u00e7a, e n\u00e3o o amor.<\/p><p>Cada pessoa segue atr\u00e1s de seu pr\u00f3prio problema particular, ou de seu pr\u00f3prio ideal de homem, ou de sua pr\u00f3pria concep\u00e7\u00e3o de estado, ou de sua cren\u00e7a em Deus e assim por diante. Mas se voc\u00ea que est\u00e1 me ouvindo, captar fundamentalmente o que estou dizendo, ent\u00e3o voc\u00ea estar\u00e1 interessado nos problemas originais \u2013 o desejo com seu medo e esfor\u00e7os \u2013 que impedem a realiza\u00e7\u00e3o individual, o renascimento.<\/p><p>12 de agosto de 1938<\/p>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>https:\/\/jkrishnamurti.org\/content\/%EF%BB%BFjkrishnamurti-ommen-5th-public-talk-12th-august-1938 Quinta Palestra em Ommen, Holanda Eu tentei explicar que renova\u00e7\u00e3o, renascimento, deve ser espont\u00e2nea e n\u00e3o o resultado de esfor\u00e7o. Antes de descobrir se o esfor\u00e7o \u00e9 moral ou imoral, importante ou sem import\u00e2ncia, devemos considerar o desejo primeiro. 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